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terça-feira, 22 de janeiro de 2019

O QUE O SÁBADO SIGNIFICA PARA O HOMEM


Jesus Cristo declarou que “o sábado foi estabelecido por causa do homem, e não o homem por causa do sábado; de sorte que o Filho do homem é Senhor também do sábado” (Marcos 2:27, 28).

E não somente foi o sábado “estabelecido por causa do homem”, mas foi feito também por esta Pessoa verdadeira que a Si mesma Se declara ser “Senhor” “também do sábado”; e, quanto a Cristo, São João nos assegura que “todas as coisas foram feitas por intermédio dEle, e sem Ele nada do que foi feito se fez” (João 1:3). 

Assim, desde que o sábado “foi estabelecido”, e desde que “sem Ele (Cristo) nada do que foi feito se fez”, segue-se que Jesus em pessoa foi o Criador do sábado, razão verdadeira por que também Lhe assiste o direito à distinção de ser “Senhor também do sábado”.

Declarando, pois, o Autor do sábado, que este não foi feito primeiramente para Ele, mas “por causa do homem”, devemos encontrar no sábado virtudes particulares que são dignas da sua criação como uma bênção para a humanidade. Nosso Deus nos proporciona o melhor que a mente infinita pode produzir. Ele nos dá as maiores bênçãos; e nenhum substituinte pode igualar aquilo que Deus fez a favor do homem.

O sábado tem uma base toda peculiar e especial. Ele comemora a criação, ensinando ao homem que é de origem divina, que tem um Pai celestial, e que não foi trazido à existência por mero acaso ou processo evolucionista. 

Pelo Seu poder e sabedoria fez Jeová tudo quanto existe nos céus e na Terra. Mas o pecado penetrou na criação perfeita de Deus. Os homens, embora “tendo conhecimento de Deus não O glorificaram como Deus, nem Lhe deram graças, antes se tornaram nulos em seus próprios raciocínios, obscurecendo-se o coração insensato” (Romanos 1:21).

Contudo, não atentando na degradação do homem, “Deus, amou ao mundo de tal maneira que deu o Seu Filho unigênito, para que todo o que nEle crê não pereça, mas tenha a vida eterna” (São João 3:16). Mediante o amor do Céu, expresso no dom de Jesus, pode o homem caído, pecaminoso e degradado, voltar ao estado elevado e glorioso do qual caiu. 

Esta restauração do homem perdido requer, porém, um novo nascimento, uma nova criação. Ao líder judeu, que O procurou certa noite, disse Jesus: “Em verdade, em verdade te digo que se alguém não nascer de novo (ou ‘de cima’, segundo outra versão), não pode ver o reino de Deus”. Nicodemos maravilhou-se das palavras do Mestre, e o Senhor lhe repetiu: “Quem não nascer da água e do Espírito, não pode entrar no reino de Deus” (São João 3:3-5).

Este novo nascimento, é descrito por Paulo como uma “nova criação” (II Coríntios 5:17, rodapé). Uma “novidade de vida” é concedida ao indivíduo (Romanos 6:4). 

Sendo a conversão, ou o renascimento, uma nova criação, quão apropriadamente o sábado, o sinal do poder criador de Deus, se adapta aos desígnios do evangelho! Significação profunda há nestas palavras: “Disse mais o Senhor a Moisés: Tu, pois, falarás aos filhos de Israel, e lhes dirá: Certamente guardareis os Meus sábados; pois é sinal entre Mim e vós nas vossas gerações; para que saibais que Eu sou o Senhor, que vos santifica” (Êxodo 31:12, 13)

MANDAMENTO ADULTERADO

Apocalipse 13 descreve dois poderes, aos quais seu autor chama de “bestas” ou “monstros”, que vão dominar o cenário mundial no fim dos tempos. O primeiro desses poderes seria o Vaticano (que tomou o lugar da antiga Roma), e o segundo os Estados Unidos (a nova Roma). Um poder é religioso-político e o outro político-religioso. A profecia do capítulo sétimo de Daniel, no que se aplica às quatro monarquias, as divisões do Império Romano e o novo poder que surgiria em meio dessas divisões, encontrou perfeito cumprimento na História.
Atuaram sucessivamente Babilônia, Medo-Pérsia, Grécia e Roma. Esta última se dividiu. Entre seus fragmentos surgiu uma entidade nova, o papado. Entre outras características assinaladas pela profecia para a identificação deste poder, ressalta o atentado contra a lei de Deus. Segundo ensina a profecia, este novo poder pensaria em “mudar os tempos e a lei” (Daniel 7:25). Se compararmos o Decálogo original com os Dez mandamentos dos catecismos que habitualmente se difundem, imediatamente perceberemos que dele se eliminou tudo quanto diz com respeito ao culto de imagens.
Também se faz evidente que o mandamento que ordena nos catecismos “santificar domingos e festas” não é o mesmo mandamento original em que se ordena santificar o sábado e se dão os motivos para esta santificação, motivos que se reportam à criação do mundo, acontecimento muito anterior à origem do povo hebreu sobre a face de nosso planeta. Convém, porém, citar as palavras de Jesus quando ensinou: “Não penseis que vim revogar a lei ou os profetas; não vim para revogar, vim para cumprir. Porque em verdade vos digo: até que o céu e a Terra passem, nem um i ou um til jamais passará da lei, até que tudo se cumpra” (S. Mateus 5:17 e 18).
Em vista de não haver autorização divina para que se efetue qualquer mudança, por mais diminuta que seja, no Decálogo, deduz-se com simples e sólida lógica que ninguém está autorizado a emendar ou alterar qualquer mandamento, nem tampouco suprimir uma parte de qualquer um deles, ou mesmo um mandamento inteiro. Convidamos o amigo leitor para que pense em toda a imensa importância que este fato implica, uma vez que a lei de Deus foi alterada em dois de seus mandamentos.

SANCIONADA A LEI QUE PERMITE FALTAR AS PROVAS POR CRENÇAS RELIGIOSAS

Sanção foi de lei aprovada na Câmara, que já tramitava desde 2003. Pode haver a falta, desde que compensada por meio de uma prestação alternativa.

O presidente Jair Bolsonaro sancionou nesta quinta-feira, 3, projeto de relevância para a liberdade religiosa brasileira. Trata-se de Projeto de Lei , de autoria do deputado federal Rubens Ottoni.
O texto aprovado trata da aplicação de provas e atribuição de frequência a alunos impossibilitados de comparecer à instituição de ensino por motivos de liberdade de consciência e de crença religiosa. O teor será incorporado à legislação por meio da inserção do artigo 7-A na Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional. A publicação no Diário Oficial da União deve ocorrer nesta sexta-feira, 4.
Os membros da Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) da Câmara dos Deputados aprovaram o Substitutivo do Senado ao Projeto de Lei da Câmara 130, de 2009, no dia 27 de novembro. Na prática, alunos da rede pública ou privada ganham um instrumento de respeito à consciência e crença.
A relatora do projeto na Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania, deputada federal Maria do Rosário, ressaltou, em novembro, durante discurso, o caráter de respeito à liberdade de expressão religiosa. Ela lembrou que a Constituição Federal, no seu artigo 5º, garante que este tipo de liberdade é inviolável e precisa ser garantido.
O texto prevê que seja assegurado o direito a estudantes em qualquer nível (exceto os de ensino militar) de se ausentar de prova ou aula marcada para um dia que tenha objeção religiosa para realização de determinadas atividades.
A lei prevê prestações alternativas como: prova ou aula de reposição, conforme o caso, realizada em data alternativa, no turno do estudo do aluno ou em outro horário agendado; e trabalho escrito ou outra modalidade de atividade de pesquisa, com tema, objetivo e data de entrega definidos pela instituição de ensino.
Vitória da liberdade religiosa
O presidente da Igreja Adventista do Sétimo Dia na América do Sul, pastor Erton Köhler, afirma que é um momento de muita gratidão da parte das pessoas que observam dias religiosos. “Considero esta aprovação um milagre em um momento quando temos outras grandes decisões sendo tomadas pelo atual governo. A partir da agora, teremos mais liberdade para observar nossas crenças sem as dificuldades vividas até aqui. Não se trata de um instrumento de luta para nós, mas um reconhecimento da justa causa, no nosso caso, em relação à guarda do sábado”, acrescenta.
O diretor de Assuntos Públicos e Liberdade Religiosa da Igreja Adventista do Sétimo Dia na América do Sul, pastor Helio Carnassale, ressalta que esta legislação foi fruto do esforço de dezenas de pessoas preocupadas com oportunidades iguais para estudantes de todos os níveis.
Não existe uma estimativa clara sobre quantos alunos, por motivo de crença religiosa, serão beneficiados com a lei no Brasil. Recente levantamento realizado pelo Ministério da Educação apontou que, somente alunos guardadores do sábado, que prestavam o Exame Nacional de Ensino Médio (Enem), representavam em torno de 100 mil no País.
Principais etapas para aprovação:
08.10.2003 – Apresentação do Projeto de Lei pelo deputado Rubens Ottoni
Abril de 2018 – Projeto de Lei se tornou Substitutivo do Senado para alterar a Lei de Diretrizes e Bases da Educação
27.11.2018 – Aprovação na Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania da Câmara (caráter conclusivo)
03.01.2019 – Sanção presidencial
04.01.2019 – Publicação no Diário Oficial da União

quinta-feira, 22 de novembro de 2018

A PRIMEIRA VISÃO DE ELLEN WHTIE

Essa foi a primeira visão da Sra White, ainda chamada de Ellen Harmon. 
Ainda com 17 anos.  
Ilustração e descrição da visão:


''Estava  em  Portland,  em  visita  à Sra. Haines,  irmã  em Cristo,  cujo  coração  estava 
enlaçado  ao  meu.  Cinco  de  nós,  todas  mulheres,  estávamos  ajoelhadas 
silenciosamente no culto da família. Enquanto estávamos orando, o poder de Deus me 
sobreveio como nunca o havia sentido antes. 

  
O Espírito Santo me sobreveio, e parecia estar cercada de  luz, e pareceu-me 
estar subindo mais e mais alto da escura Terra. Voltei-me para ver o povo do advento 
no mundo, mas  não  o  pude  achar,  quando  uma  voz me  disse:  “Olha  novamente,  e 
olha um pouco mais para cima.” Com isto olhei mais para o alto e vi um caminho reto e 
estreito,  levantado  em  lugar  elevado  do  mundo.  O  povo  do  advento  estava  nesse 
caminho,  a  viajar  para  a  cidade  que  se  achava  na  sua  extremidade mais  afastada. 
Tinham uma  luz brilhante colocada por  trás deles no começo do caminho, a qual um 
anjo  me  disse  ser  o  “clamor  da  meia-noite”  Mat.  25:6.  Essa  luz  brilhava  em  toda 
extensão do caminho, e proporcionava claridade para seus pés, para que assim não 
tropeçassem.  Se  conservarem  o  olhar  fixo  em  Jesus,  que  Se  achava  precisamente 
diante  deles,  guiando-os  para  a  cidade,  estava  seguros.  Mas  logo  alguns  ficaram 
cansados, e disseram que a cidade estava muito longe e esperavam nela Ter entrado 
antes. Então Jesus os animava, levantando Seu glorioso braço direito, e de Seu braço 
saía uma luz que incidia sobre o povo do advento, e eles clamavam: “Aleluia!” Outros 
temerariamente negavam a existência da  luz atrás deles e diziam que não fora Deus 
quem  os  guiara  tão  longe. A  luz  atrás  deles  desaparecia,  deixando-lhes  os  pés  em 
densas trevas; de modo que tropeçavam e, perdendo de vista o sinal e a Jesus, caíam 
do caminho para baixo, no mundo tenebroso e ímpio.'' 


ORAÇÃO PELOS ENFERMOS (UNÇÃO)

O livro de Tiago é a fonte de informação para a prática dessa cerimônia [Tiago 5:14-15]. O doente e/ou a família deve se tomara iniciativa de convidar alguém para realizar a cerimônia, que pode ser oficializada por um ancião ou um pastor, de preferência. A cerimônia pode ser realizada na igreja, na residência, no hospital ou em asilo. Após as orações feitas pelas pessoas envolvidas, e do próprio doente, se for o caso, segue-se então a oração do oficiante, que no final, colocará o dedo umedecido em puro óleo de azeite na fronte da pessoa que vai ser ungida.

DEDICAÇÃO ÀS CRIANÇAS

Esse cerimônia não é um batismo de crianças, não tem padrinhos e madrinhas, e o nome não é apresentado formalmente. Essa cerimônia deve focalizar quatro objetivos básicos: 
1) agradecer o milagre do nascimento; 
2) levar os pais e a família a se comprometerem na tarefa de educar a criança no amor de Jesus;
3) levar a congregação a se comprometer em ajudar e apoiar a família nessa tarefa;
4) abençoar a criança e dedicá-lá a Deus.

CERIMÔNIA DE CASAMENTO

O casamento é uma cerimônia estabelecida por Deus antes da queda do homem [Gênesis 2:18-25]. Destina-se a promover a felicidade  dos conjugues e filhos. Foi instituído para unir o homem e a mulher, com o objetivo de aprofundar o amor mútuo, num clima de companheirismo. Além disso, visa à procriação e a criação dos filhos. Essa união é vitalícia e se dissolve pela morte de um dos conjugues [1 Coríntios 7].  

quarta-feira, 21 de novembro de 2018

CERIMÔNIA LAVA-PÉS

Essa cerimônia tem significado duplo: 
1) vertical a relação do membro com Deus; 
2) horizontal, a relação entre membros. 
Quando Cristo lavou os pés dos discípulos, também lavou as manchas deixadas pelo pecado no coração.

CERIMÔNIA DE COMUNHÃO

A cerimônia de ceia do Senhor é memorativa e comemorativa. A ceia memorativa porque a cerimônia nos trás à lembrança, de forma vivida, as cenas da crucifixão de Jesus Cristo. O vinho simboliza Seu sangue derramado e o pão, Seu corpo dilacerado. A ceia precisa nos trazer à lembraça a história de nossa própria salvação.

CERIMÔNIA BATISMAL

No Novo Testamento, o rito do batismo estabelece a aceitação do batizando como novo membro do copo de Cristo - a igreja. Essa cerimônia é também sinal de entrada do candidato no reino de Deus. O batismo simboliza a morte do eu, seu sepultamento e a ressurreição para uma nova vida em Jesus Cristo.

CERIMÔNIAS DA IGREJA



Na Igreja Adventista do Sétimo Dia, ministram-se cerimônias de: batismo, lava-pés, comunhão (ceia) e casamento. A essas poderiam acrescentar duas: dedicação à crianças e oração pelos enfermos (unção), que são práticas cristã e não propriamente cerimônias.

A HISTÓRIA DOS ADVENTISTAS DO SÉTIMO DIA



Em 1852, o número de adventistas havia aumentado consideravelmente: de 200, em 1850, para 2.000, em 1852. Algumas dificuldades internas os levaram a se organizar gradativamente: 1) não dispunham de credenciais para seus pastores; 2) não havia plano financeiro para o sustento de seus ministros; 3) não tinham nenhuma organização legal para a posse e conservação de suas propriedades.
Assim, sob a liderança de Tiago e Ellen White, foi fundada em outubro de 1861 a primeira Associação dos Adventistas do Sétimo Dia - a de Michigan. Logo depois, outros estados organizaram suas respectivas associações. Em maio de 1863, em Battle Creek, foi organizada a Associação Geral dos Adventistas dos Sétimo Dia, tendo como primeiro presidente o pastor John Byington. Nessa época, havia 3.500 adventistas e 30 pastores nos Estados Unidos. A estrutura da igreja tinha três níveis: Associação Geral, Associação e Igreja Local.
À medida que o número de membros crescia e a igreja se espalhava por outros países, viu-se a necessidade que essa estrutura precisava de melhorias.
A igreja clamava por uma reorganização. Isso ocorreu em 1901, quando algumas decisões foram tomadas. A primeira foi a criação de mais um nível administrativo, a União, para descentralizar o poder da Associação Geral. A segunda foi a criação dos departamentos, sob a orientação de uma comissão diretiva dos administradores. Entre 1913 e 1918, foi acrescentado um quarto nível administrativo: as Divisões da Associação Geral. Dessa forma, estrutura administrativa da igreja ficou estabelecida como:


  1. Associação Geral
  2. Divisões da Associação Geral
  3. Uniões das Divisões
  4. Associações e Missões

OS MEMBROS, DISCÍPULOS ADVENTISTAS DO SÉTIMO DIA



À semelhança das pessoas, cada igreja tem identidade própria. Embora haja aspectos comuns a cada denominações, a Igreja Adventista do Sétimo Dia têm características que a distinguem de todas as outras igrejas. A preservação dessa identidade é vital para a sua continuidade. Caso contrário, nossa igreja perderia a sua razão de existir. A identidade de uma igreja é estabelecida por meio de sua história e teologia.
A identidade da Igreja Adventista do Sétimo Dia baseia-se nos seguintes aspectos:


  1. Origem profética baseada em Daniel 8:14; 9:20-27 e Apocalipse 10.
  2. Mensagem profética exposta em Apocalipse 14:6-12 - a tríplice mensagem angélica.
  3. Mensagem profética por meio do ministério de Ellen White.
Essas características, entre outras, nos fazem únicos no cenário religioso moderno. Por isso, é necessário que cada discípulo saiba como a igreja funcionou: estrutura administrativa, departamentos, escolha e eleição de seus oficiais, ritos religiosos e, finalmente, sua missão no mundo.