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terça-feira, 22 de janeiro de 2019

A ESPERANÇA DE ISRAEL


Anos atrás, o dr. Louis Finkelstein, presidente do Seminário Teológico Judaico de Nova Iorque, expressou sua esperança em um renascimento espiritual do judaísmo na América. No entanto, o mais importante é voltar para Deus.


Numa viagem ao Oriente Médio, o escritor e jornalista Roy Allan Anderson, descobriu entre os judeus residentes na Palestina, que muitos não tinham o conhecimento do Deus de seus pais. Alguns diziam com ênfase: “Não queremos instrução religiosa. Não temos nem rabinos e nem Bíblia, e não queremos ter nenhum”. Não é difícil ver que o Sionismo não é um movimento religioso, mas é inspirado em grande medida por sentimentalismo e política.

Contudo, Deus há de ter um povo que O sirva, pois está escrito: “Os restantes de Israel não cometerão iniquidade, nem proferirão mentira, e na sua boca não se achará língua enganosa” (Sofonias 3:13). “Um Renovo justo reinará, e agirá sabiamente, e executará o juízo e a justiça na Terra... Será este o Seu nome, com que será chamado: Senhor Justiça Nossa” (Jeremias 23:5 e 6). 

Muitos sábios influentes entre os judeus reconhecem o significado maior dessas profecias. Um deles é o Rabino Daniel Zion, um rabino búlgaro amplamente divulgado que tem pregado que Jesus de Nazaré foi de fato o Messias. No início da década de 70, esse rabino vivia em Israel, e seu coração ardia de paixão pela salvação de sua própria gente. Outros mestres entre os judeus compartilham suas ideias.

Haverá um despertamento espiritual entre o antigo povo de Deus. Através dos séculos têm sido os judeus o objeto de amarga aversão e perseguição até mesmo por alguns que se chamavam cristãos. Foi a Rainha Vitória, da Inglaterra, a primeira a remover por força de decreto real toda a desvantagem dos judeus. Isto ocorreu em 1833, e marcou o início de um novo dia de oportunidade para os judeus.

É necessário que haja um ajustamento pacífico com os árabes; porém, acima de tudo um ajustamento com Deus. As Escrituras revelam que deste perseguido povo do passado procederá uma poderosa hoste para a glória de Deus, da qual muitos terão uma parte definida na obra final do evangelho. “Haverá muitos conversos entre os judeus, e esses conversos ajudarão a preparar o caminho do Senhor, e fazer no deserto caminho direito para nosso Deus”. 

O Antigo Testamento encerra com esta grande promessa: “Para vós outros que temeis o Meu nome nascerá o Sol da justiça, trazendo salvação nas Suas asas” (Malaquias 4:2). Ele virá com salvação , mas virá também com purificação do pecado, pois lemos em Malaquias 3:3: “Assentar-Se-á, como derretedor e purificador de prata; purificará os filhos de Levi... eles trarão ao Senhor justas ofertas”. Somente os que são purificados por Deus são justos.

Um maravilhoso futuro está diante de Israel. No entanto, o verdadeiro Israel de Deus são aqueles que se apartam do mal e se apoderam de Seu concerto. Já no final da história humana haverá um remanescente que revelará a glória de Deus em sua vida. Eles terão uma grande parte na apresentação da mensagem de salvação ao mundo. Eles estarão entre os atalaias ou guardas que erguem a voz proclamando a salvação a “todas as nações; e todos os confins da Terra verão a salvação do nosso Deus” (Isaías 52:8-10).

Com seu belo templo destruído, sua cidade em ruínas, seu solo pátrio ocupado por legiões romanas e o governo sob a tutela de César, os judeus tornaram-se um povo espalhado e desprezado, porém nunca esquecido por Deus. Nos dias da antiguidade, “em toda a angústia deles foi Ele angustiado, e o Anjo da Sua presença os salvou; pelo Seu amor e pela Sua compaixão Ele os remiu” (Isaías 63:9).

Assim tem sido sempre. Embora os homens possam esquecer-se de Deus, Ele nunca os esquece. Embora aborreça a transgressão, ama o pecador. Está sempre desejoso de tomar os errantes de volta em Seus braços de amor e a porta da salvação está sempre aberta a quantos se arrependam das iniquidades.

Os gentios devem sempre ter em mente que a primeira comunidade cristã foi quase inteiramente constituída por judeus; que o Senhor Jesus Cristo pertenceu à tribo de Judá e à linhagem de Davi; que tanto o Velho como o Novo Testamento foram escritos por judeus; que “a adoção e também a glória, as alianças, a legislação, o culto e as promessas” (Romanos 9:4) foram dados a Israel em custódia, para benefício de todos os moradores da Terra. 

“A salvação vem dos judeus” (João 4:22), proclamou o próprio Cristo que representava o “descendente” especial que Deus referira em Sua promessa a Abraão. “Ora”, explica São Paulo, “as promessas foram feitas a Abraão e ao seu descendente. Não diz: E aos descendentes, como se falando de muitos, porém como de um só: E ao teu descendente, que é Cristo” (Gálatas 3:16). Assim é que agora há esperança tanto para judeus como para gentios, portanto, “não pode haver judeu nem grego; nem escravo nem liberto; nem homem nem mulher; porque todos vós sois um em Cristo Jesus” (Gálatas 3:28). 

Seria a moderna nação judaica um retorno à justiça, uma volta a Deus por parte dos descendentes naturais de Abraão, Isaque e Jacó? Seria o atual Estado de Israel o cumprimento da promessa feita ao patriarca da fé e às doze tribos? Seria essa a “nação dos salvos” que algum dia percorrerá as ruas de ouro na cidade de luz? Seria o início do Reino Eterno que encherá a Terra com a glória do Senhor profetizado nas Escrituras? Quem vem a ser a “esperança de Israel” e sobre, que esperança os profetas e apóstolos falaram? Respondendo em parte a tais indagações, reportemo-nos a um episódio narrado no Novo Testamento.

Como prisioneiro, o apóstolo Paulo era levado perante o rei Agripa , e em sua defesa, declara: “E agora estou sendo julgado por causa da esperança da promessa que por Deus foi feita a nossos pais, a qual as nossas doze tribos, servindo a Deus fervorosamente de noite e dia, almejam alcançar; é no tocante a esta esperança, ó rei, que eu sou acusado pelos judeus”. A seguir, revela o teor e o ponto central da tal esperança ao perguntar: “Por que se julga incrível entre vós que Deus ressuscite os mortos?” (Atos 26:6-8).

A esperança de Israel e do mundo, portanto, não deve repousar sobre este mundo de lágrimas, dor e morte; não num mundo onde o ódio, o preconceito e o temor se fazem presentes de todo o lado; não num mundo em que as limitações e sofrimentos impedem a felicidade humana, e sim num mundo feito novo, onde a desolação e a sepultura estarão para sempre banidas. O patriarca Abraão realmente compartilhava dessa esperança, “porque aguardava a cidade que tem fundamentos, da qual Deus é o arquiteto e edificador” (Hebreus 11:10) 

terça-feira, 4 de dezembro de 2018

QUAL O MAIOR ACONTECIMENTO DA HUMANIDADE?

 O maior acontecimento da humanidade, certamente não foi o ser humano ter pisado na Lua.

O maior acontecimento da humanidade, foi Jesus sair de criador do Universo, Deus único para se encarnar como um ser humano comum, para salvar os seres humanos comprando a vida de toda uma geração de seres humanos com o seu sangue.

Esse concerteza foi o maior acontecimento da humanidade.


quarta-feira, 21 de novembro de 2018

A HISTÓRIA DOS ADVENTISTAS DO SÉTIMO DIA



Em 1852, o número de adventistas havia aumentado consideravelmente: de 200, em 1850, para 2.000, em 1852. Algumas dificuldades internas os levaram a se organizar gradativamente: 1) não dispunham de credenciais para seus pastores; 2) não havia plano financeiro para o sustento de seus ministros; 3) não tinham nenhuma organização legal para a posse e conservação de suas propriedades.
Assim, sob a liderança de Tiago e Ellen White, foi fundada em outubro de 1861 a primeira Associação dos Adventistas do Sétimo Dia - a de Michigan. Logo depois, outros estados organizaram suas respectivas associações. Em maio de 1863, em Battle Creek, foi organizada a Associação Geral dos Adventistas dos Sétimo Dia, tendo como primeiro presidente o pastor John Byington. Nessa época, havia 3.500 adventistas e 30 pastores nos Estados Unidos. A estrutura da igreja tinha três níveis: Associação Geral, Associação e Igreja Local.
À medida que o número de membros crescia e a igreja se espalhava por outros países, viu-se a necessidade que essa estrutura precisava de melhorias.
A igreja clamava por uma reorganização. Isso ocorreu em 1901, quando algumas decisões foram tomadas. A primeira foi a criação de mais um nível administrativo, a União, para descentralizar o poder da Associação Geral. A segunda foi a criação dos departamentos, sob a orientação de uma comissão diretiva dos administradores. Entre 1913 e 1918, foi acrescentado um quarto nível administrativo: as Divisões da Associação Geral. Dessa forma, estrutura administrativa da igreja ficou estabelecida como:


  1. Associação Geral
  2. Divisões da Associação Geral
  3. Uniões das Divisões
  4. Associações e Missões

quarta-feira, 9 de março de 2011

A IGREJA CATÓLICA É DOUTRINA HERÉTICA

NADA DISSO É BÍBLICO, CONFIRA:
HERESIAS:
  • ORAÇÕES PELOS MORTOS começaram aproximadamente no ano 300
  • FAZER O SINAL DA CRUZ ano 300
  • VELAS cerca de ano 320
  • VENERAÇÃO DOS ANJOS E SANTOS FALECIDOS E O USO DE IMAGENS ano 375
  • A MISSA, como celebração diária 394
  • COMEÇO DA EXALTAÇÃO A MARIA (o termo "Mãe de Deus" foi-lhe aplicado pela primeira vez pelo Concílio de Éfeso) 431
  • OS SACERDOTES COMEÇARAM A SE VESTIR DE MANEIRA DIFERENTE 500 EXTREMA UNÇÃO 526
  • A DOUTRINA DO PURGATÓRIO estabelecida por Gregório I 593
  • LATIM usado para orações e cultos imposto por Gregório I 600
  • ORAÇÕES FEITAS A MARIA, santos mortos e anjos cerca de 600
  • TÍTULO DE PAPA, ou bispo universal, dado a Bonifácio III pelo imperador Focas 607
  • BEIJAR OS PÉS DO PAPA começou com o papa Constantino 709
  • PODER TEMPORAL DOS PAPAS, conferido por Pippin, rei dos francos 750
  • ADORAÇÃO DA CRUZ, IMAGENS E RELÍQUIAS, autorizada em 786
  • ÁGUA BENTA, misturada com uma pitada de sal e abençoada pelo sacerdote, 850
  • ADORAÇÃO A SÃO JOSÉ 890
  • COLÉGIO DOS CARDEAIS estabelecido em 927
  • BATISMO DOS SINOS, instituído pelo papa Joãp XIII 965
  • CANONIZAÇÃO DOS SANTOS MORTOS, primeira vez pelo papa João XV 995
  • JEJUM NAS SEXTAS-FEIRAS E DURANTE A QUARESMA 998
  • A MISSA, gradualmente transformada em sacrifício com freqüência obrigatória, no século 11
  • CELIBATO DOS SACERDOTES, decretado pelo papa Gregório VII (Hildebrando). 1079
  • O ROSÁRIO, oração mecânica por meio de contas, inventado por Pedro, o Eremita 1090
  • A INQUISIÇÃO, instituída pelo Concílio de Verona 1184
  • VENDA DE INDULGÊNCIAS 1190
  • TRANSUBSTANCIAÇÃO, proclamada pelo papa Inocente III 1215
  • CONFISSÃO AURICULAR de pecados a um sacerdote e não a Deus, Instituída pelo papa Inocente III, no Concílio de Latrão 1215
  • ADORAÇÃO DA HÓSTIA, decretada pelo papa Honório III 1220
  • A BÍBLIA PROIBIDA AOS LEIGOS, colocada no Index dos Livros Proibidos pelo Concílio de Valença 1229
  • O ESCAPULÁRIO, inventado por Simão Stock, um monge inglês 1251
  • A IGREJA CATÓLICA APOSTÓLICA ROMANA é proclamada como sendo a única verdadeira, e somente nela o homem pode encontrar salvação. 1303
  • O CÁLICE PROIBIDO AO POVO na comunhão, pelo Concílio de Constança 1414
  • PURGATÓRIO proclamado como dogma pelo Concílio de Florença 1439
  • OS SETE SACRAMENTOS confirmados como doutrina 1439
  • A AVE MARIA parte da metade final foi completada 50 anos mais tarde e aprovada pelo papa Sixto V no final do século 16 1508
  • A ORDEM DOS JESUÍTAS fundada por Loyola 1534
  • A TRADIÇÃO DECLARADA DE AUTORIDADE IGUAL A DA BÍBLIA pelo Concílio de Trento 1545
  • LIVROS APÓCRIFOS acrescentados à Bíblia pelo Concílio de Trento 1546
  • O CREDO DO PAPA PIO IV imposto como o credo oficial 1546
  • CANONIZAÇÃO DE SANTOS estabelece-se o modo de proceder a canonização 1634
  • A IMACULADA CONCEIÇÃO DA VIRGEM MARIA, proclamada pelo papa Pio IX 1854
  • SUMÁRIO DOS ERROS, proclamado pelo papa Pio IX e ratificado pelo Concílio do Vaticano; condenava a liberdade de religião, de consciência, de expressão, de imprensa e das descobertas científicas, que eram desaprovadas pela Igreja Romana; assegurava ao papa autoridade temporal sobre todos os governadores civis 1864
  • INFABILIDADE DO PAPA EM QUESTÕES DE FÉ E MORAL proclamada pelo Concílio do Vaticano 1870
  • ESCOLA PÚBLICAS CONDENADAS pelo papa Pio XI 1930
  • ASSUNÇÃO DA VIRGEM MARIA(ascenção física ao céu logo depois de sua morte)proclamada pelo papa Pio XII 1950

sábado, 12 de fevereiro de 2011

QUEM FOI ELLEN WHITE?


Ellen G. Harmon nasceu em Gorham, Maine, dia 26 de novembro de 1827 na família de Roberto e Eunice Harmon. Ela, junto com sua irmã gêmea Elizabeth, eram as mais jovens de um grupo de oito irmãos.

Logo no começo de sua adolescência, Ellen e a sua família aceitaram as interpretações bíblicas de um fazendeiro que se tornou pregador Batista: Guillerme Miller. Junto com Miller e outros 50.000 adventistas, sofreu uma amarga decepção quando Cristo não regressou no dia 22 de outubro de 1844, a data que indica o fim da profecia dos 2.300 dias de Daniel capítulo 8.

Em dezembro de 1844, Deus dá a Ellen sua primeira de quase 2.000 visões e sonhos. Em agosto, 1846, casou-se com Tiago White, um ministro adventista de 25 anos com quem compartilhou a convicção de que Deus a tinha chamado para que fizesse a obra de uma profetisa. Pouco depois de se casarem, Tiago e Ellen começaram a guardar o sábado como sétimo dia, conforme o quarto mandamento de Êxodo capítulo 20. Mãe de quatro rapazes, Ellen experimentou a dor de perder por meio da morte a dois de seus filhos. Herbert morreu poucas semanas depois de nascer e Henry morreu aos 16 anos. Seus outros dois filhos, Edson e William, chegaram a ser ministros adventistas.

Ellen White foi uma escritora promissora. Começando em 1851, quando publicou seu primeiro livro, estende-se num volume de artigos, livros e folhetos. Entre eles alguns são puramente devocionais, enquanto outros são seleções de muitas de suas cartas pessoais com conselhos escritos na decorrência dos anos. Outros são históricos e delineiam a contínua batalha entre Cristo e Satanás pelo controle dos indivíduos e das nações. Também publicou livros sobre educação, saúde e outros temas de especial importância para a igreja. Depois de sua morte publicaram cerca de 50 compilações, na sua maioria materiais que não se tinham publicado com anterioridade. É autora de vários milhares de artigos que foram publicados, com o decorrer dos anos, nas revistas "Review and Herald", "Signs of the Times", e outros jornais Adventistas do Sétimo Dia da época.

Não obstante sua timidez, Ellen White se converteu eventualmente num oradora pública muito popular. Isso não só nos Estados Unidos, senão também na Europa e Austrália. Demandava-se sua presença não só em reuniões adventistas, senão também em audiências não-adventistas, onde apreciavam muito seus temas sobre temperança. Durante o ano de 1876 ela falou a uma multidão estimada em 20.000 pessoas, sua maior audiência, em Groveland, Massachusetts, por mais de uma hora e sem a ajuda de um microfone. Em sua visão de 6 de junho de 1863, Ellen White recebeu instrução sobre questões relacionadas à saúde, como o uso de drogas, fumo, café, chá, comidas com carne, e sobre a importância do exercício, a luz do sol, o ar fresco, e o auto-controle na dieta. Seus conselhos de saúde, baseados nesta e outras visões posteriores, têm provido aos Adventistas um estilo de vida que dá como resultado que vivam uns sete anos mais do que a média de vida nos Estados Unidos.

Ellen White costumava ler muito. Deu-se conta de que a leitura de outros autores lhe ajudava em sua própria redação enquanto apresentava as verdades que se lhe revelavam em visão. Também o Espírito Santo lhe impressionava para que, por vezes, incluísse em seus próprios artigos e livros gemas literárias das obras de outros autores. Não pretendeu ser infalível e nem que seus escritos fossem tratados em igual forma que as Escrituras Sagradas. Ainda assim, creu firmemente que suas visões eram de origem divina e que seus artigos e livros eram produzidos sob a condução do Espírito Santo de Deus. Foi basicamente uma evangelista, e sua preocupação principal na vida era a salvação das almas.

Ellen White foi uma pessoa generosa e deu um bom exemplo de cristianismo prático. Por anos guardava retalhos de tecido, pois se via a uma mulher que precisava de um vestido, podia prover assistência. Em Battle Creek assistia a leilões, comprava móveis usados e os guardava; então se a casa de alguém se incendiava ou qualquer outra calamidade afetava uma família, estava preparada para ajudar. Antes que a igreja implementasse um plano de aposentadoria, se ela sabia de algum ministro ancião que estava com problemas financeiros, enviava-lhe um pouco de dinheiro para ajudá-lo a enfrentar suas necessidades mais urgentes.

Ellen White morreu no dia 16 de julho de 1915. Por 70 anos ela apresentou fielmente as mensagens que Deus lhe deu para seu povo. Nunca foi elegida para ocupar um cargo específico na igreja, ainda que os líderes da mesma sempre procuravam seu conselho. Frequentou a escola só até os seus 9 anos, mas suas mensagens puseram em marcha as forças que deram a luz a todo o sistema educativo mundial da Igreja Adventista. Desde as creches até as universidades. Ainda que não tinha nenhum treinamento médico, o fruto de seu ministério pode-se ver hoje na rede de hospitais e clínicas adventistas que se encontram ao redor do mundo. E ainda que não foi formalmente ordenada como ministro do evangelho, provocou um impacto espiritual sem precedentes nas vidas de milhões. Desde um extremo da terra até o outro.

Os livros de Ellen White continuam até o presente momento ajudando às pessoas a encontrar seu Salvador, a aceitar o perdão de seus pecados, a compartilhar esta bênção com outros, e a viver na esperança da promessa de seu cedo regresso!


Site de Pesquisa nos Livros de Ellen White.