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terça-feira, 22 de janeiro de 2019

ASTROLOGIA


Cada início de ano muitas pessoas se voltam com interesse para a astrologia, em busca de um guia para a vida. 

A astrologia é antiga. Os reis de Babilônia regularmente consultavam seus astrólogos. Os astrólogos subiam até o ponto mais alto do templo de Marduque para observar atentamente os planetas e constelações cintilando no céu escuro. 

A astrologia de Babilônia, a mãe da pseudociência astrologia do século 21, era baseada nos conhecidos sete planetas e 12 signos do zodíaco da época. Cada signo é chamado de “casa”.

Para o astrólogo antigo, cada planeta era um deus que enviava vibrações com características específicas. Dependendo do deus que estivesse na “casa” em determinado tempo e da posição ou formação das estrelas e planetas, uma mensagem celeste poderia ser obtida.

Eles deduziam o destino do rei pela configuração das estrelas e planetas quando ele nascia. Seu caráter era determinado pelo seu signo do zodíaco.

Originalmente o estudo da astrologia aplicava-se apenas ao rei. O povo em geral tinha que se contentar com métodos mais simples de descobrir a sorte.

Mas, ao longo do tempo, a astrologia se espalhou por todas as nações do mundo antigo. Ásia e América Central tiveram suas próprias formas de astrologia. Até o Israel do Antigo Testamento foi contagiado pelo zodíaco. O profeta Isaías advertiu os israelitas contra a prática de buscar conselho dos observadores dos astros. 

Durante o terceiro século d.C., Claudios Ptolomeu, um astrônomo e astrólogo grego, escreveu “Tetrabiblos”, o texto original da astrologia moderna. Ele formulou o que tornou-se conhecido como o sistema ptolomaico da astronomia. Ele coloca a Terra no centro do sistema solar. Com o tempo, sua pseudociência degenerou-se para uma religião legalística. 

A Igreja Cristã primitiva ficou muito preocupada com esse novo demônio recentemente oriundo do mundo grego. Santo Agostinho, em “Confissões”, escreveu que a astrologia substituía a vontade de Deus pelos movimentos puramente mecânicos das estrelas e planetas.

Com a queda do Império Romano, a astrologia começou a perder sua autoridade no Ocidente. Em 1543, Copérnico desmontou a astrologia em seu livro “De Revolutionibus Orbium Caelestium”. O Sol, não a Terra, afirmou ele – corretamente – era o centro do sistema solar. Apesar de seus seguidores diminuírem, a astrologia se manteve agarrada nas mãos de algumas pessoas surpreendentes. Kepler, o famoso astrônomo da Universidade de Praga, chegou a acreditar nos poderes dos corpos celestes sobre a humanidade.

Esse quadro decadente da astrologia mantém-se até o início do século vinte. Foi Evangelina Adams, uma senhora da sociedade de Boston, nos Estados Unidos, que a popularizou. Ela ganhou credibilidade ao prever o incêndio de um hotel. A partir daí, ela começou a fazer o horóscopo de celebridades do mundo teatral de Nova Iorque. Os horóscopos entraram na moda. 

Especialmente durante tempos difíceis, os cidadãos do planeta Terra costumam buscar notícias de constelações distantes. Grande quantidade de astrólogos estão prontos para captar dinheiro do bolso de pessoas ingênuas, usando generalidades vagas e psicologia elementar. A indústria de publicações na linha da astrologia é uma galinha de ovos de ouro. 

Mas grandes problemas atormentam o trono do horóscopo moderno: os céus têm mudado de posição desde que os antigos mapas gráficos do zodíaco foram assinalados. 

A astrologia representa um real perigo para os seus devotos. Um psicólogo uma vez comentou: “Podemos ver o perigo pelo aspecto dos sérios distúrbios psicológicos; o medo da vida, o desespero e o desequilíbrio mental são produzidos por ela em pessoas sensíveis. A astrologia paralisa a iniciativa e a capacidade para avaliar. Ela entorpece as faculdades mentais e encoraja a superficialidade. Ela molda a personalidade a aceitar movimentos ocultos que criam forma com chavões”.

O cristianismo ensina que cada ser humano é comissionado a cumprir uma tarefa ordenada por Deus de construir um caráter vitalício. É a razão de sermos dotados de inteligência para tomarmos decisões.

O tipo de mentalidade encorajada pela astrologia inibe o pensamento e o planejamento racional. Diminui a responsabilidade individual. Despersonaliza. 

A astrologia faz as pessoas de bobo. A astrologia tece uma rede de males e sinistros na mente humana. O destino da humanidade está nas mãos de Deus e não de deuses e casas do zodíaco.

O futuro está previsto na profecia bíblica. O futuro não é influenciado pelos sete “deuses” como pretendiam os babilônios. Cristãos confiam em Deus, não em peixes, libra ou leão. A Bíblia é o guia verdadeiro para a vida – e não o horóscopo.

“Eu sou Deus, e não há outro semelhante a Mim; que desde o princípio anuncio o que há de acontecer, e desde a antiguidade as coisas que ainda não sucederam; que digo: O Meu conselho permanecerá de pé, farei toda a Minha vontade” (Isaías 46:9 e 10).

O cativeiro do zodíaco é como um cisco diante do Reino de Deus.

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